Eu vivo para presenciar tais momentos, para ser testemunha viva da incoerência e da ignorância alheia, para ser memória e vergonha latentes que não se calam nem mesmo com a ilustração. Quero ser prolixo e facínora, carrasco mor dos culpados, quero ver padecerem a dor até que a vergonha acabe em sangue e terra.
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